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FENACEF se reúne com Vice-Presidente de Pessoas da CAIXA para renegociar taxas e tarifas mais favoráveis à vida financeira dos aposentados e pensionistas

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O Presidente da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas da Caixa Econômica Federal (FENACEF), Edgard Antônio Bastos Lima, reuniu-se com o Vice-Presidente de Pessoas da Caixa Econômica Federal, Salomão Lopes Azulay, no final da tarde desta quinta-feira (12 de março), para propor a renegociação de taxas e tarifas mais favoráveis à vida financeira dos aposentados e pensionistas da instituição.

Acompanhado da Vice-Presidente da FENACEF, Maria Lúcia Cavalcante Dejavite, e do Diretor de Benefícios da Entidade, Lúcio Nelson Martins Filho, Edgard Lima destacou a importância dos associados da Federação para a CAIXA: “Somos uma força enorme, superior a 50 mil aposentados, e com viés de alta, todos clientes CAIXA”.

Edgard Lima reforçou a necessidade de se rever as taxas em vigor, em curva ascendente. A Diretoria da Federação propõe a adoção de um percentual mais razoável para um novo acordo de renegociação e concessão de operações, com taxas menores do que as atualmente em vigor.

Na lista de pleitos estão, ainda, a prorrogação do prazo para apresentação da Carta de Aposentadoria de quem aderiu ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) 2019, para efeito de manutenção do Plano de Saúde CAIXA; e a manutenção da taxa de 0,99% aplicada pela CAIXA, por ocasião das comemorações de aniversário da instituição, nas operações realizadas com aposentados e pensionistas.

No que se refere ao PDV, a CAIXA sinalizou com a prorrogação do prazo para a entrega da Carta de Aposentadoria. “Talvez seja possível esticar essa data para até o final do ano”, avaliou o Vice-Presidente de Pessoas da CAIXA. A finalidade é preservar o direito dos aposentados ao Plano de Saúde.

“Todos esses assuntos dizem respeito à qualidade de vida dos aposentados, já tão difícil por conta de uma recomposição financeira insatisfatória”, destacou Edgard Lima. Ele se refere, em especial, às questões oriundas do equacionamento FUNCEF, “que reduz drasticamente nosso poder aquisitivo”.

Nesse sentido e com o objetivo de reforçar a importância da renegociação, Maria Lúcia Cavalcante Dejavite deixou clara a necessidade de repensar as tarifas vigentes. Salomão Azulay concordou e assumiu o compromisso de “promover essa equalização no sentido de se praticar a menor taxa possível”, após a aprovação das áreas técnicas da CAIXA. Depois desta etapa, haverá novo encontro entre FENACEF e CAIXA.

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